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Assinatura · Construtora · São Paulo

Seisa

Seis décadas de Itaim Bibi e Pinheiros escritas em nome de mulher — e uma rua inteira, a Jesuíno Arruda, onde a casa entregou nove edifícios.

Quem é

A Seisa começou em 1964, quando uma associação entre a Seisa S.A. e a MC incorporou o seu primeiro edifício de apartamentos no Itaim Bibi: o Simone, na esquina da Rua Pedroso Alvarenga com a Rua Renato Paes de Barros. O nome do primeiro prédio já anunciava o método da casa — dali em diante, quase toda obra da Seisa passou a receber um primeiro nome de mulher. A lista de entregas da construtora reúne perto de sessenta edifícios assim batizados, de Alessandra a Viviane, e é uma das assinaturas mais reconhecíveis do mercado paulistano: não um estilo de fachada, mas um hábito de nomeação mantido por sessenta anos.

Hoje a empresa se chama Seisa Mester Empreendimentos Imobiliários, tem sede em Pinheiros e soma 7.657 unidades entregues. Segue construindo, incorporando e alugando, com um traço que a casa faz questão de declarar: supervisão direta dos sócios em todas as etapas da obra.

Visão de produto

  • Posicionamento: residencial de metragem larga concentrado num raio muito estreito — Itaim Bibi, Pinheiros, Vila Nova Conceição e arredores. A Seisa não se espalhou pela cidade: adensou algumas dezenas de ruas ao longo de décadas, e voltou às mesmas quadras safra após safra. O argumento comercial que a casa usa é a consequência disso — liquidez e valor de revenda de um imóvel “de origem sólida” numa vizinhança que ela própria ajudou a formar.
  • Diferenciais: a coleção. Além dos nomes femininos, a marca da Seisa é a repetição de endereço: a Rua Jesuíno Arruda guarda nove edifícios seus, e a Rua Pedroso Alvarenga, seis. Uma rua construída praticamente por uma casa só não é um efeito de mercado — é um projeto de longo prazo, e é a razão pela qual três desses prédios chegaram a ter CEP próprio nos Correios, distinção reservada a edifício consolidado.

Obras

  • Michelle, na Rua Jesuíno Arruda, 168, Itaim Bibi — torre única com plantas de 194 m² e cobertura duplex de 335 m² com elevador privativo.
  • Na mesma rua, os outros oito da casa: Noah (60), Cindy & Naomi (131), Luciana (134), Tatiana (187), Marina (325), Juliana (340), Rosana (574) e Fernanda (719).
  • Na Rua Pedroso Alvarenga, onde tudo começou: Julia (271), Clarice (345), Renata (366), Gisele (400), Simone (401) e Suzana (450).
  • Fora do recorte do acervo, a coleção segue por Bandeira Paulista, Padre João Manoel, Cônego Eugênio Leite, Jacques Felix, Padre Carvalho e Constantino de Souza, entre outras.

Assinaturas na carteira

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